Mito: você não pode treinar um músculo que ainda está doendo
Artigo Postado em agosto /2011 as 8:31 pm | Sem comentarios
Não treinar um músculo que ainda está doendo devido ao treino anterior faz sentido, pelo menos para as pessoas com o mínimo de bom senso e que sabem o significado da palavra overtraining. Contudom estudos indicam que você pode treinar tranquilamente um músculo que ainda esteja doendo do ultimo treino e o melhor: sem ficar com a consciência pesada, porém não é tão simples assim.
A dor muscular tardia (DMT ou DOMS, delayed onset muscle soreness), é aquela dor boa e recompensadora que você sente entre 24 a 48 depois do último treino e que indica que as células musculares estão, de fato, “quebradas” devido ao treino e agora precisam ser reconstruidas para gerar a hipertrofia muscular.
Com certeza não é uma boa idéia treinar enquanto os músculos ainda estão se recuperando do último treino, contudo estudos científicos descobriram que quando os participantes treinaram um músculo que geraram dor muscular tardia e dois dias depois treinaram novamente o mesmo músculo que ainda apresentava dores do último treino, os níveis de cortisol (hormônio catabólico que pode e interfere na hipertrofia) estavam menores e a testosterona estava levemente mais alta do que no último treino. Em outras palavras, os participantes estavam em um estado mais anabólico.
Em outro estudo realizado no Japão, os pesquisadores induziram dor muscular tardia nos bíceps dos participantes através de repetições negativas com cargas elevadas na rosca direta e repetiram o mesmo exerício dois e quatro dias depois. Eles descobriram que não houve mudanças significativas na força máxima, na amplitude do movimento, dor muscular e na creatina quinase plasmática (um indicador químico que aponta danos nos músculos), entre os dois treinos com rosca direta. Conclusão: não houve um maior dano aos músculos em ambos os treinos.
Ok, mas eu posso treinar com dor ou não ?
As pesquisas mostraram que os músculos precisam de 48 a 72 para se recuperar completamente e então você pode treinar os mesmos musculos novamente, independente da dor que você esteja sentindo. Por exemplo: não é incomum após um treino pesado de pernas você sentir dor por até mais de 5 dias, mas se a sua divisão de treino te obriga a treinar pernas duas vezes na semana e você já descansou por pelo menos 2 ou 3 dias, você pode treinar pernas sem peso na consciência, independente da dor que você ainda esteja sentindo.
Lembrando que estamos falando de dor muscular tardia, que é uma dor totalmente diferente das dores geradas por lesões.
Referências:
http://www.muscleandfitness.com/
http://www.flexonline.com/
Leia mais: http://www.hipertrofia.org/blog/2011/07/28/mito-voce-nao-pode-treinar-um-musculo-que-esta-ainda-doendo/#ixzz1Vn9T9oTm
Alimentação e suplementação nos treinamentos de força
Artigo Postado em agosto /2011 as 3:49 pm | Sem comentarios
Em treinos para hipertrofia (aumento de massa muscular), uma correta alimentação pode ser responsável por 60 a 70% dos resultados. Engana-se quem acredita que para ganhar músculos basta comer mais. É fundamental manter uma dieta equilibrada, sabendo o que e quando comer, pois isso permitirá um aumento de massa muscular com qualidade.
Para ocorrer o ganho de massa muscular deve haver um consumo energético (calorias) que supere o gasto nas atividades diárias. Esse excedente fornecerá a energia necessária para a síntese de tecido muscular. É importante também uma ingestão adequada de proteínas (cerca de 1,8g/kg de peso por dia), que após digeridas fornecerão os aminoácidos utilizados na reparação das fibras musculares.
Antes do treino, o consumo de carboidratos é fundamental para que se tenha uma grande reserva de glicogênio muscular para o início do esforço. O glicogênio armazenado no fígado e nos músculos fornece a maior parte da energia durante o exercício, e a diminuição desses estoques pode levar à fadiga muscular precoce.Essa refeição deve ser feita entre 40 e 50 minutos antes do treino, e o ideal é que esses alimentos fontes de carboidratos sejam de fácil digestão, como pães integrais, biscoitos salgados ou doces integrais sem recheio, bolo simples (de fubá, laranja), e frutas sem casca e sem bagaço ou sucos de frutas. Evite alimentos ricos em lipídeos e proteínas, que permanecem um maior tempo no estômago e podem causar algum desconforto.
Durante o treino, é importante manter os níveis de glicogênio muscular. Quando a atividade física se prolongar por mais de uma hora, recomenda-se a ingestão de 30 a 60 g de carboidratos por hora para aumentar o rendimento, retardar a fadiga ao exercício e evitar sintomas de hipoglicemia como náuseas, fraqueza, tonturas, tremores, etc. As melhores opções são bebidas esportivas (600 a 1000 ml/ hora), que contêm água, eletrólitos e carboidratos, ou Água de Coco.
Nas 2 horas após o treino os músculos estão “famintos” e ocorre maior síntese protéica para o reparo e construção muscular. A falta de alimentos nessa hora pode implicar na degradação (catabolismo) das proteínas musculares para fornecimento de energia, fazendo com que ocorra justamente o oposto ao desejado: perda de músculos. A alimentação após o treino deve ser feita o quanto antes, de preferência 30 minutos após o término do exercício a fim de repor a energia gasta no exercício rapidamente e proporcionar os nutrientes necessários para reparação do tecido muscular. Nesse sentido, a dupla carboidrato + proteína é a ideal, optando sempre por alimentos com pequenas quantidades de gordura. Boas opções de carboidrato pós-treino são: pães integrais, arroz integral, massas integrais, batata/batata doce, frutas e sucos. Como fonte de proteínas, boas opções são: iogurte desnatados, queijos brancos e tofu (queijo de soja).
As gorduras também são importantes na alimentação, sendo que até 30% das calorias da dieta deve ser proveniente desse macronutriente, dando preferência às gorduras insaturadas. Uma dica é incluir na sua alimentação diária suplementos que forneçam ácidos graxos essenciais (ômega-3 e ômega-6), que são um tipo de gordura insaturada assim chamados porque nosso organismo não é capaz de produzi-los. Os ácidos graxos essenciais desempenham funções importantes no metabolismo e na saúde como um todo, e são encontrados no Óleo de Linhaça, Óleo de Prímula ou Óleo de Coco.
A definição muscular se dá quando há diminuição do percentual de gordura corporal. Com isso, as formas dos músculos ficam à mostra sob a pele. Para se conseguir a definição é preciso primeiro ter ocorrido a hipertrofia para então haver a perda da camada de gordura que recobre a musculatura. Apesar do objetivo nessa fase ser a diminuição da gordura corporal, deve haver um maior cuidado para minimizar a perda muscular causada pela restrição calórica.
É importante lembrar que para alcançar seus objetivos é imprescindível que a alimentação como um todo esteja adaptada à proposta, e não apenas os alimentos consumidos próximos ao exercício.
Texto retirado do : http://medicinanatural.blogspot.com/2009/08/alimentacao-e-suplementacao-dos.html
Entrevista com Vavo do Fresno
Artigo Postado em agosto /2011 as 5:21 pm | 1 comentario
Confira o bate-papo com Vavo, guitarrista da banda Fresno e aluno da Metabolismo Academia
Por Thaís Manarini
Os braços são exercitados sem parar, o peso carregado é razoável e, entre um movimento e outro, as pernas também trabalham insistentemente. Após algumas horas, o corpo está exausto, mas cada vez mais preparado para a atividade (sabem como é, tem a tal da endorfina). Para um dos alunos da Metabolismo, toda essa movimentação é bem familiar. Mas, ao contrário do que pode parecer, ela não faz parte do seu treino na academia, e sim de sua rotina no trabalho. Estamos falando de Gustavo Mantovani, o Vavo, guitarrista da banda Fresno.
Mesmo trabalhando na divulgação de Redenção, o novo CD do grupo, e fazendo shows pelo Brasil inteiro (são cerca de 9 por mês), o músico ainda encontra tempo para malhar e, assim, manter o preparo físico em dia. Afinal, como deu para perceber, é preciso ter energia de sobra para tocar e empolgar o público durante as apresentações. Entre uma série e outra de exercícios ele arrumou um tempinho para conversar com a gente sobre música, sua vida em São Paulo e, é claro, malhação!
Vocês moram São Paulo há aproximadamente quatro anos, é isso? O que acham da vida aqui? Sentem muita saudade de Porto Alegre?
Nós mudamos para São Paulo definitivamente em 2006. Mas antes disso, desde 2003, já vínhamos praticamente todos os meses para cá. Depois de tanto tempo, já estamos totalmente ambientados. Eu, por exemplo, já estou na minha terceira casa diferente. A saudade de Porto Alegre sempre vai existir, principalmente por causa da família e dos amigos, que vemos com menos frequência. Mas o bom é que rolam bastante shows no Rio Grande do Sul, então sempre temos a oportunidade de vê-los.
O novo álbum da Fresno, Revanche, tem chamado a atenção pelo som mais pesado. A que atribuem essa mudança? Foi um processo natural?
Entre um disco e outro são praticamente dois anos. Então não só nós, músicos, como qualquer pessoa, ouvimos músicas e artistas diferentes nesse período. E quando as influências mudam isso acaba se refletindo na composição. Eu diria que foi um processo natural. Não que antes a gente não tivesse vontade de fazer um som mais pesado, mas agora conseguimos mostrar isso de outra maneira. As guitarras pesadas que muitas vezes ficavam apenas no show agora estão presentes no cd.
De alguma forma a mudança para São Paulo influenciou no som da banda?
Acho que a mudança influenciou no processo de composição, principalmente entre o Ciano e o Redenção, terceiro e quarto álbuns. No primeiro morávamos separados e, no segundo, estávamos juntos na mesma casa. Isso faz muita diferença. Quando alguém tinha uma ideia para uma música, por exemplo, ao invés de esperar o próximo encontro da banda para mostrá-la ou gravar uma versão demo, íamos direto para o estúdio ensaiá-la. Isso gerava mais ideias por parte do grupo e mudava um pouco o jeito de compor. As letras das músicas também sofreram influências, visto que estávamos passando por situações novas, como ficar longe da família.
Como é a rotina de vocês em um momento como esse, de divulgação de um novo trabalho?
A rotina é, basicamente, trabalhar com a divulgação do álbum de segunda a quinta-feira e fazer shows de sexta a domingo.
Conseguem ter um tempinho para a academia nesse período ?
A vontade é de ir todos os dias, é claro, e vamos sempre que possível. Mas muitas vezes chegamos tão exaustos no final do dia que estamos sem forças. O importante é nunca desistir. Mesmo se ficarmos uma semana ocupados, ou viajando, o importante é retomar os exercícios depois. Além disso, muitos hotéis que ficamos têm academia. Aí dá para fazer a manutenção do treino.
Há quanto tempo malha? Consegue perceber os benefícios dos exercícios enquanto está no palco?
Eu fiz academia entre 2001 e 2004 ininterruptamente. Tive que parar no final de 2004 para realizar uma pequena cirurgia. Depois disso demorei a retomar os exercícios. Por muitas vezes voltava para a academia, mas desistia semanas depois. Entrei para a Metabolismo em julho de 2010 e pretendo não parar mais. O preparo físico é importante para o palco. Durante os shows, podemos perceber claramente a diferença de estar com o preparo em dia. E não só no show. Quando vou jogar futebol ou basquete, por exemplo, faz muita diferença estar no ritmo da academia ou não.
Se pudessem mandar no som da Metabolismo enquanto treinam, o que gostariam de ouvir?
Acho que a música tem que ser agitada, que te inspire a fazer exercícios. Mas eu não gosto muito de música eletrônica. Prefiro um rock agitado e “para frente”.
Sonhando um pouco mais alto agora, se pudessem tocar com qualquer banda/artista, qual seria?
Vou ressuscitar alguns artistas! Queria tocar com os Beatles completos, Elvis Presley e Michael Jackson.
Amplitude na musculação: uma qualidade esquecida
Artigo Postado em julho /2011 as 8:08 pm | Sem comentarios
Novo conceito de postura pede corpo mais flexível
Artigo Postado em julho /2011 as 8:35 pm | Sem comentarios
Trocar a perseguição de uma postura ideal pelo corpo possível tira um peso das costas de muita gente

Numa visão simplista, cuidar da postura é endireitar as costas; numa abordagem mais sofisticada, pode ser realinhar as várias articulações do corpo.
As novas teorias apostam mais na flexibilidade do que em modelos de colocação “certa” do corpo.
“Não existe uma boa postura estática. Os estudos de ponta da ergonomia dizem que a melhor postura é aquela em que você pode se mexer, se ajeitar”, afirma a fisioterapeuta Maria Emília Mendonça.
Não quer dizer que não existam regras saudáveis de postura. “A gente tem que saber se sentar direito, ficar em pé de uma forma boa. Mas o mais interessante é ter um corpo que se modifica conforme a solicitação do momento”, diz André Trindade, psicólogo especializado em psicomotricidade.
Trocar a perseguição de uma postura ideal pelo corpo possível tira um peso das costas de muita gente. O que é ótimo tanto para o esqueleto quanto para a mente, segundo o médico e psicólogo Saulo Cardoso.
Ele segue uma linha terapêutica desenvolvida pelo norte-americano Stanley Keleman. De acordo com sua teoria da “anatomia emocional”, as áreas do cérebro ligadas às emoções tanto regulam como são reguladas pelas regiões responsáveis pelo controle motor e muscular.
A Folha não usa postura como sinônimo de atitude, mas, para muitas pessoas, esse sentido colou à palavra. A causa pode ser a percepção de que a organização corporal, as emoções e os comportamentos não andam separados.
Estados emocionais
“Postura nunca é uma coisa só física; é a forma como você se coloca diante do mundo”, diz Mendonça.
Uma pesquisa da Unifesp confirmou isso. Cerca de 30 voluntários passaram por testes padronizados para avaliar sintomas de depressão e de ansiedade. Depois, foram fotografados em pé e sentados. As posturas foram analisadas por fisioterapeutas.
Cruzando as informações, os pesquisadores descobriram que desvios corporais específicos se relacionavam consistentemente aos estados emocionais -por exemplo, cabeça projetada em quem estava ansioso, ombros elevados quando a pessoa estava mais alegre e peito fechado nos deprimidos.
“Algumas coisas podem parecer óbvias, mas poucos percebem, porque as alterações [na organização corporal] formam uma espécie de couraça muscular, que passa a ser o ‘natural’, e a pessoa fica rígida naquela postura”, diz José Roberto Leite, coordenador do departamento de psicobiologia da Unifesp, onde foi feito o estudo.
Desarmar a postura e sair da rigidez é um canal para tentar manter “a espinha ereta (ou melhor, flexível) e o coração tranquilo” -mas nem tudo é simples assim.
“Às vezes, a pessoa tenta mudar seu corpo a partir de um modelo fixo e acaba se engessando em outra postura dita como correta. Mas você tem que trabalhar a postura na mobilidade. O que a gente pode fazer é ‘entrar’ na postura, ‘sair’ da postura, entrar de novo”, diz a fisioterapeuta e professora de dança Betty Gervitz.
Na vida real, mesmo quem é do ramo não consegue ficar certinho o tempo todo.
“Conheço tudo sobre ficar bem sentada, mas, quando estava escrevendo minha tese de doutorado, acabava desabando na cadeira. Mas sabia como compensar, levantava, ativava os músculos”, conta Maria Emília, que é professora de ginástica holística.
Ficar muito tempo sentado é o grande nó postural da atualidade. “O corpo se constrói sob a ação da gravidade. Precisamos ficar em pé”, afirma Maria Emília Mendonça.
Horas em frente ao computador criam uma cascata de efeitos no corpo e na mente. Uma questão é o olhar. “Para ler na tela, fixamos o olho, e a tendência é enrijecer o pescoço”, diz Mendonça.
O olhar determina a postura. No sentido literal, porque ao olhar para frente a pessoa automaticamente alinha o pescoço e a cadeia de músculos e articulações seguintes. E no sentido figurado, porque é preciso saber se olhar para ganhar consciência corporal.
“A grande dificuldade de quem vai dançar é ter de se encarar no espelho, reconhecer suas limitações. Mas é um jeito possível e prazeroso de descobrir qual é a melhor postura para cada um”, diz Betty Gervitz.
Não precisa ser dança.Tirar a bunda da cadeira sempre é bom. “Quem fica só sentado não usa os glúteos e não tem força de reação ao solo, que transmite ao corpo as informações da força de gravidade. Isso deixa a pessoa meio anestesiada. É forte dizer isso, mas amortece a capacidade de julgamento”, acredita Mendonça.
De novo, variar posições é um segredo. Outro é lembrar que a coluna não é o eixo de sustentação. “O que nos sustenta são pernas, pélvis, glúteos”, afirma Mendonça.
Finalmente, relaxar é tão importante para a postura quanto o trabalho muscular, diz André Trindade. “A gente quer movimento, descanso e variedade. É o que o corpo e a cabeça precisam.”
Por Iara Biderman
Retirado do site: http://www.educacaofisica.com.br/noticias/novo-conceito-de-postura-pede-corpo-mais-flexivel/
Quantas calorias eu perco?
Artigo Postado em junho /2011 as 7:50 pm | 1 comentario
O gasto calórico dos exercícios é calculado pela unidade de medida MET, que significa Equivalente Metabólico da Tarefa. Para saber o quando você gastou no seu exercício, precisa multiplicar o MET da tarefa por seu peso (kg) e pelo tempo de exercício (em horas). A atividade com menor MET é dormir, o gasto calórico é de 0,9 METs, portanto uma pessoa de 70 kg que dormiu por uma hora gastou apenas 63 calorias. É importante lembrar que em geral quanto maior o gasto de calorias, maior é a dificuldade de manter o esforço por muito tempo, pois é um esforço mais vigoroso. É importante avaliar a atividade e por quanto tempo você costuma fazê-la para saber o gasto calórico total. Veja o MET de alguns tipos de exercício e esportes
O MET de um esforço vigoroso em bicicleta ergométrica (250 watt) é 12,5. Então uma pessoa de 70kg gasta 875 calorias por hora pedalando uma bicicleta ergométrica com esforço de 250 watt
O MET de correr a uma velocidade de 12 km/h é 12,5. Então uma pessoa de 70kg gasta 875 calorias por hora de corrida moderada, a 12 km/h
O MET de fazer uma corrida vigorosa na esteira (200 watt) é 12,0. Então uma pessoa de 70kg gasta 840 calorias por hora fazendo esteira a 200 watt
Para saber muito mais, sobre mais atividades e suas calorias, acesse http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/album/1106_caloriasdosexercicios_album.jhtm?abrefoto=8#fotoNav=7
Treinar no frio?!
Artigo Postado em maio /2011 as 7:27 pm | Sem comentarios
O inverno sempre vem acompanhado de preguiça, cobertores, televisão e comidas calóricas. Embora nada disso seja pecado, nem proibido, podemos fornecer ferramentas necessárias para aumentar ainda mais as consequências que o inverno pode trazer ao nosso bem estar.
Antes de tudo, devemos saber que o corpo humano é uma excelente máquina de estocar energia, ou seja, gordura. Esse fator contribuiu muito para a sobrevivência e evolução do homem durante a sua evolução no planeta.
O nosso organismo utiliza muita energia para manter a nossa temperatura constante, principalmente no inverno, mas parece que nossos hábitos contribuem muito para que esse \’gasto a mais\’ de energia seja muito mais compensado. Você já pensou que a nossa preguiça durante as estações frias pode ser uma forma encontrada pelo nosso organismo de estocar energia? Embora não existam muitas pesquisas que sustentem essa hipótese, isso pode ser verdade. Acontece que hoje em dia não vivemos mais num mundo onde a escassez de alimentos seja um problema como no passado, e para piorar, nossa dieta péssima piora no inverno.
Possuímos um organismo desenvolvido para estocar gordura, não realizamos atividade física regular, comemos muita gordura, açucar e alimentos processados. Será que temos o luxo de passar os dias de inverno colocados numa poltrona, enrolados no cobertor, comendo pipoca e brigadeiro quente e assistindo a novelas cada vez mais construtivas? Para que esperar o verão para sentir-se mal e tentar resolver seus problemas estéticos em um mês?
Vamos aproveitar o inverno para gastar mais caloria!!! Evitando o sedentarismo, evitando a tentação de comer todo esse açucar, isso acontece quando você fica em casa, sozinho e ocioso!!!
Com certeza você encontrará muitos vantagens durante o treinamento no inverno. Você pode não emagrecer, mas também não engordará. Seu sistema imunológico continua desenvolvido e reduz os tão comuns resfriados dessa época. E se você ficar resfriado, vai se curar mais rápido!
Além disso tudo, você chega no verão com muito mais facilidade de alcançar os resultados estéticos que você deseja.
Agora pare para pensar…
Vai ficar aí sentado ou vai se mexer?
Vai deixar o frio passar por cima da sua saúde por um capricho chamado preguiça?
É claro que você não vai!!!
Esperamos ansiosos pela sua presença, mesmo nos dias mais frios. Não desanime!!!
Tô sem tempo, professor!
Artigo Postado em maio /2011 as 7:59 pm | Sem comentarios
Nosso dia-a-dia sempre muito dinâmico, atualmente, nos impede de fazer milhões de coisas, quando relacionadas a pratica de Lazer e Saúde. Quase 100% das pessoas, com interesse de praticar algum tipo de atividade física programada, relatam que o principal fator que as impedem, de tal atividade, é a falta de tempo.
A falta de tempo, para muitas pessoas, é o vilão da historia, porem todas elas estão puramente enganadas, pois, a falta de tempo, é um dos fatores que menos atrapalha a praticar qualquer tipo de atividade física programa, levando em consideração que, atualmente, inúmeros meios de treinamentos foram desenvolvidos para tal objetivo. Principalmente quando se diz respeito a prática da Musculação.
Atualmente, se você tiver de 30 a 45 min. disponível em 3 dias da semana para praticar musculação e ter a orientação de um profissional qualificado, você conseguirá ótimos resultados, quando se diz respeito a condicionamento físico, emagrecimento, hipertrofia muscular e etc.
Logo, pense bem se a falta de tempo, na verdade, e o principal fator que impede você de praticar qualquer tipo de atividade física programada, se não, corra para a Metabolismo Academia e exercite-se !!!
Praticar Atividade Física Melhora o Sono
Artigo Postado em maio /2011 as 7:28 pm | Sem comentarios
Praticar qualquer esporte, mesmo uma única vez por semana, aumenta o período de dormir daqueles que sofrem de insônia crônica, problema que aumenta com a idade. E eles são muitos no Brasil, a dificuldade afeta aproximadamente um quarto da população, nada menos do que 46 milhões de pessoas. Baseando-se apenas nisso, já dá para deduzir que é preciso suar a camisa para ficar em paz com o travesseiro.
Principalmente pessoas de meia idade e idosos com diagnóstico de insônia podem conseguir benefícios significativos na duração e qualidade de sono com a prática de atividades físicas regulares. Em torno da meia idade, o sono começa a mudar drasticamente, e é essencial criar hábitos que ajudem a melhorá-lo. O exercício aeróbico é uma estratégia simples que ajuda a dormir melhor e a se sentir mais revigorado.
Mas também vale salientar que o exagero, assim como as modalidades competitivas, desgasta os músculos e libera ácido láctico, o que provoca dores generalizadas e faz o efeito inverso, nos deixando em claro. Se o exagerado não demora mais tempo para adormecer, ele tem um sono superficial e sai perdendo do mesmo jeito. A atividade física deve ser feita quatro horas antes de se deitar. Do contrário, sobra adrenalina e também fica difícil pregar os olhos.
Desta forma, os exercícios além de melhorar o condicionamento físico, podem aperfeiçoar o sono e o humor de pessoas que sofrem de insônia ou, pelo menos, não têm uma noite de sono plenamente tranquilo. Fazer exercícios ainda ajuda na redução dos sintomas da depressão, a ter maior vitalidade e menos sonolência diurna.
Características do sono
O sono tem cinco fases. Quem desperta no meio da noite porque é sedentário, por exemplo, volta para a primeira delas a todo instante, ficando boa parte da madrugada no sono superficial.
Nas pessoas ativas, as fases profundas não só duram mais como o sono é menos fragmentado. Elas despertam novas em folha.
Dormir bem em média, oito horas por dia é sinônimo de disposição, como sabem os felizardos que ficam na cama o tempo regulamentar. As funções cognitivas melhoram e até os ossos e os músculos se regeneram com maior facilidade.
É durante as fases três e quatro do sono que a glândula hipófise, na região cerebral do hipotálamo, fabrica seus hormônios, como o do crescimento, que estimula a síntese de proteínas e ajuda a recuperar as fibras musculares. Então, no dia seguinte, sobra pique para o esporte. Isso significa menor risco de lesões na prática de qualquer atividade, seja por culpa da fadiga muscular, seja porque a cabeça está mais lenta.
Aeróbicos ou anaeróbicos?
Em matéria de sono, a resposta é: tanto faz, desde que a atividade seja moderada e regular. Porém, alguns especialistas vêem nos esportes aeróbicos uma ligeira vantagem. Motivo: eles desenvolvem certas funções do corpo que influenciam indiretamente em uma noite de descanso ideal. O sistema respiratório, por exemplo, é mais exigido pela corrida do que pela musculação. E, quanto mais em ordem ele estiver, menores as chances de uma apneia, o popular ronco, e seus consequentes prejuízos para a recuperação completa do corpo durante a noite.










